A Revista Adega selecionou 20 queijos que podem ser encontrados nos grandes centros e com perfil mais adequado para um evento de “Queijos & Vinhos”. Foram utilizados os queijos frescos e os frescos curados, e eleitos apenas uma amostra do grupo dos queijos temperados. Entre os 20 tipos, apenas o Pecorino e o Roquefort são produzidos com leite de ovelha. Os demais são feitos com leite de vaca. Os selecionados foram:

- Queijos Branco Moles: Brie (França) e Camembert (França)

- Queijos Semimoles: Asiago (Itália), Appenzeller (Suíça), Edam (Holanda), Gouda (Holanda), Masdam (Holanda) e Munster (França)

- Queijos Duros: Emmenthal (Suíça), Gruyère (França), Prima Donna (Holanda), Grana Padano (Itália), Parmigiano Reggiano (Itália), Pecorino (Itália) e Aged Cheddar (Inglaterra)

- Queijos Azuis: Bleu d’Auvergne (França), Gorgonzola (Itália), Roquefort (França) e Stilton (Inglaterra)

- Queijos Temperados: Tilsit com sementes de cominho (Alemanha)

Os vinhos

Recomendações clássicas utilizando seis vinhos que, pela diversidade de características, abrangem boa parte do espectro de harmonizações possíveis com queijos. Os selecionados foram:

Champagne Pol Roger Brut Reserve – Não se pode esperar menos do que perfeição de um produtor de Champagne como Pol Roger. Exemplar muito acima da média para um non vintage. Encorpado e com acidez marcada. Destaque para cogumelos e nozes no nariz. Com final amanteigado, quase cremoso.

Selbach-Oster Riesling Zeltinger Sonnenuhr Kabinett Trocken 2007 – atende com sobras a expectativa de acidez, perfeitamente equilibrada com o álcool e o corpo. No nariz, o destaque são as stone fruits, como pêssego e nectarina.

Domaine Martin Schaetzel Gewürztraminer Cuvée Réserve 2009 – uma explosão de aromas de frutas brancas e flores, sobretudo de laranjeira. A leve doçura e acidez totalmente integrada garantem a harmonização no nível pretendido.

Domaine Pierre Labet Beaune Clos du Dessus des Marconnets 2006 – cerejas e framboesas dão um toque quase doce. Taninos, álcool e acidez perfeitamente equilibrados, o que torna cada um deles discreto e facilita gostar desse vinho.

Oreno 2006 Tenuta Sette Ponti – um monstro de frutas negras. Taninos extremamente macios dão estrutura e equilíbrio a este maravilhoso super toscano. O final dura eternamente.

Burmester 10 Years Old Porto Tawny – frutas secas, sobretudo figos, tâmaras e passas, e caramelo tostado. O volume de açúcar não é excessivo, e os 20% de álcool passam quase despercebidos. Vinho versátil, abre e fecha refeições, não se intimida com pratos ricos com foie gras, amêndoas ou nozes e, além dos queijos azuis, cai muito bem com sobremesas de chocolate amargo.

fonte: Revista Adega

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