Queijos e vinhos – Guia de Harmonização

Assim como no vinho, o terroir também tem muita influência nos sabores do queijo

Um produto com mais de 4 mil anos de história. Extremamente dependente do terroir no qual é produzido. Passa por um processo de fermentação e, posteriormente, de guarda para envelhecimento ou maturação. É o resultado final de um ciclo que se inicia no campo, envolve a seleção rigorosa da matéria-prima, demanda muito acompanhamento, conhecimento e arte, passa pela azienda e culmina na nossa satisfação sensorial. Muitas das regiões produtoras recebem identificação de procedência, como DOC, AOC etc. Existe em diversidade suficiente para que se torne quase impossível provarmos todos, o que é mais motivo de satisfação do que de lamento. Se você pensou no vinho, está enganado, aqui falamos é de queijo.

A afinidade entre queijos e vinhos é tanta que não podemos estranhar estarem sempre juntos e, se não são produtos irmãos, podemos, no mínimo, dizer que são primos. E, como todo relacionamento em família, requer carinho e atenção.

O queijo, de maneira bastante genérica, resulta da ação de bactérias lácteas sobre o leite, transformando a lactose em ácido láctico. Adiciona-se o coalho para que a proteína e a gordura do leite se liguem e se separem do soro. A coalhada, posteriormente, é apartada do soro, moldada e passa por um processo de maturação. Evidentemente, cada queijo possui algumas especificidades no processo produtivo, com a descrição anterior servindo apenas como uma referência.

Assim como no vinho, o terroir também tem muita influência nos sabores do queijo

Assim como no vinho, o terroir também tem muita influência nos sabores do queijo

Terroir do queijo

A matéria-prima do queijo é o leite, que pode vir de vacas, ovelhas e cabras, mas também de búfalas, antílopes, bisontes, camelas etc. A maioria pertencente à família dos bovídeos. Assim como o vinho, o produto final é muito dependente do terroir no qual é produzido. O relevo é o primeiro dos fatores. Enquanto regiões mais montanhosas facilitam a criação de cabras, vales e planícies são mais favoráveis às vacas e ovelhas. A pastagem dos animais é resultado do solo e do clima da região e serão integrantes do sabor final do leite, que poderá ser impregnado com sabores herbáceos e minerais. Finalmente, o microclima da queijaria propicia o desenvolvimento de diferentes tipos de bolores e bactérias que ajudarão a composição do caráter final do produto.

Enquanto o queijeiro tem papel fundamental na decisão do queijo a ser produzido, conduzindo o processo desde a seleção, refinamento (eventualmente pasteurização) do leite até a escolha da cultura de bactérias lácticas e do coalho, da forma de moldagem e salgadura, o affineur assume a maturação do queijo.

Tipos de queijos

A extraordinária diversidade de queijos abre possibilidade para harmonizações diversas. Mas por onde começar? Agrupar alguns queijos por afinidade é um bom primeiro passo. Para isso, tomamos emprestado o sistema de identificação adotado por Juliet Harbutt, organizadora de “O Livro do Queijo” (Editora Globo, 2010). O livro é uma referência indispensável para os apreciadores do tema e serviu de fonte inesgotável de consulta.

São identificados sete tipos de queijo: fresco, fresco curado, branco mole, semimole, duro, azul e temperado. A partir das breves descrições a seguir será muito mais fácil para o leitor enquadrar os queijos de sua preferência em uma dessas categorias e, em função disso, buscar o vinho que melhor se adapte às características do queijo e, claro, ao seu gosto pessoal.

Queijos de massa mole como o Brie podem combinar bem com espumantes

Queijos de massa mole como o Brie podem combinar bem com espumantes

Os queijos frescos possuem alto teor de umidade, usualmente são bastante suaves e acidulados, por vezes até cítricos. O frescor e suavidade dos queijos desse grupo permitem a percepção das nuances e sutilezas do leite, o que em queijos mais fortes e envelhecidos é sobrepujado por sabores secundários. Nesse grupo estão, por exemplo, a mozarela de búfala, a ricota, o mascarpone e o feta.

Os queijos frescos curados não são tão usuais no Brasil. Geralmente possuem uma casca fina e enrugada composta por bolores. Os queijos produzidos com leite de cabra são mais firmes e desenvolvem bolores de sabor mais marcante. Podem ser recobertos com ervas, temperos ou cinzas. Os exemplares mais famosos vêm do vale do Loire, como o Valençay e o Clochette.

Os queijos brancos moles, apesar da origem europeia, já se incorporaram aos nossos hábitos. Ninguém mais estranha um Brie ou um Camembert, seja como aperitivo, em uma tábua de degustação ou na composição de um prato. O interior do queijo é cremoso e contido por uma fina camada de bolor branca e aveludada. Os sabores invariavelmente remetem aos cogumelos.

Os queijos semimoles englobam maior diversidade entre seus componentes. Todos têm as cascas lavadas com salmoura para evitar o desenvolvimento de bolores. A variação ocorre em função da quantidade de vezes que a casca é lavada. Aqueles que recebem pouca salmoura acabam desenvolvendo uma casca seca e permitem uma maturação mais lenta. Já os que recebem maior volume de salmoura desenvolvem uma casca mole e pegajosa e, usualmente, são mais cremosos. Entre os mais destacados nessa categoria estão o Edam, o Asiago e o Taleggio.

SAIBA MONTAR SUA TÁBUA DE QUEIJOS

i273344Ainda resta uma questão fundamental a ser discutida: como montar a tábua de queijos ideal e com que vinhos harmonizá-la? Infelizmente, aquela clássica montagem com um queijo duro, um azul, um semimole ou branco mole e um fresco não será fácil de produzir resultado satisfatório com apenas um vinho.

Existem três abordagens para a montagem de um “Queijos & Vinhos” que podem ser bem sucedidas:

Quatro cursos: nessa abordagem, os queijos e os vinhos seguem uma sequência de serviço e cada etapa de queijos recebe seu vinho ideal para harmonização. Evidentemente, essa abordagem é a mais trabalhosa e a mais custosa. No primeiro curso, a tábua pode ser composta por queijos frescos, frescos curados e brancos moles e pode ser acompanhada por um espumante ou um Sauvignon Blanc.

A segunda tábua é composta por queijos semimoles acompanhados por um Riesling ou um Gewürztraminer. No terceiro curso, são servidos os queijos duros acompanhados de um tinto encorpado, italiano ou francês. O último curso é composto pelos queijos azuis acompanhados por um vinho doce, como um Porto ou um Sauternes.

Tradicional: usualmente nossos encontros de queijos e vinhos englobam uma pequena quantidade de brancos moles, alguns semimoles e alguns duros. Nessa abordagem, a seleção dos vinhos deve recair sobre aqueles que se encontram no meio do espectro, nem tão leves e frescos, nem tão encorpados. A combinação de dois vinhos pode ser suficiente: um Riesling ou um Gewürztraminer e um Pinot Noir.

Focado: a abordagem do especialista. Diversos queijos do mesmo grupo e apenas um vinho. Nesse caso, dificilmente há erros. Se quiser alguma variação, opte por um espumante com brancos moles de entrada ou azuis e Porto para a finalização.

Finalmente, uma última recomendação: deixe para comprar os queijos o mais perto possível da data do evento e retire-os da geladeira uma hora antes de servi-los.

O francês Charles Piriou, expert em queijos que atualmente integra a equipe da Officinatres, também dá algumas dicas. Para ele, além de selecionar opções de acordo com a estação e com estilo do menu, é preciso respeitar o gosto de seus convidados. No calor do verão, prefira queijos mais leves e frescos, como de cabra, leite de vaca cru, cremosos e os azuis. No inverno, opte por clássicos como o Brie e os queijos mais fortes, que combinam com as baixas temperaturas.

A tábua clássica e tradicional é composta por cinco a sete queijos de tipos e terroirs diferentes. É importante variar entre os tipos, cores e formas. Prefira os produtos artesanais aos industrializados, favorecendo a produção local. Escolher um excelente pão também faz parte da composição da tábua, então, dê preferência ao pão italiano, pão de campanha ou baguete francesa. Evite pão de forma ou pães com grãos, que poderão alterar o sabor do queijo. Para a tábua, escolha sempre materiais naturais, como a madeira e o vidro.

Uma boa sugestão é usar pedra ardósia preta, que vai ressaltar as cores dos queijos e manter a temperatura por mais tempo. Disponha uma faca para cada tipo, para não misturar os sabores.

Na hora da montagem, pense na comodidade dos convidados e do serviço. Disponha os queijos de massa mole no centro, e os mais duros nas bordas – pois estes necessitam ser cortados com mais força -, e espalhe os menores entre os grandes.

Vinhos potentes italianos harmonizam sobremaneira com queijos duros de sabor mais forte

Vinhos potentes italianos harmonizam sobremaneira com queijos duros de sabor mais forte

Os queijos duros são facilmente reconhecíveis e fazem parte do nosso dia-a-dia desde as primeiras macarronadas com queijo ralado. As cascas podem tanto ser lustrosas quanto ásperas em função do tratamento dado durante o processo de prensagem. Com a maturação, os queijos adquirem sabores mais marcantes e complexos. A textura é geralmente granulada e pode dar uma sensação crocante como de pequenos cristais (especialmente os de longa maturação).

Os queijos azuis assustam muita gente. O impacto visual do bolor é suficiente para espantar os menos aventurosos. Mas quando se supera esse primeiro impacto, a satisfação é garantida. Possuem como traço comum um sabor discretamente metálico e picante (sem ser, de fato, apimentado). A textura é geralmente úmida, para favorecer o desenvolvimento do bolor. O teor de sal é usualmente superior ao dos demais queijos.

Desenvolve sabores herbáceos e de caramelo. Os maiores representantes desse grupo são o Roquefort, o Gorgonzola e o Stilton.

Os queijos temperados se apresentam em diversas formas, que variam desde os defumados até aqueles que incorporam especiarias como ervas, nozes, cravo, frutas secas etc. Ainda é uma categoria pouco usual para o nosso consumidor, não havendo representantes mais destacados.

Guia geral de harmonização

Nunca é demais lembrarmos que cada queijo, assim como cada vinho, possui características particulares que podem variar não apenas dentro dos grupos, mas mesmo entre dois queijos do mesmo tipo de produtores diferentes. Além disso, as preferências pessoais devem ser sempre seguidas. Portanto, como toda sugestão de harmonização, o melhor caminho é recorrer aos testes empíricos e não adotar as recomendações dogmaticamente.

Como guia, podemos sugerir que os queijos frescos e os frescos curados sejam harmonizados com vinhos brancos leves, frutados e refrescantes, com acidez elevada (para equilibrar com a acidez dos queijos), como os Sauvignon Blanc, Albariño e Muscadet ou espumantes.

Os brancos moles também são acompanhamento perfeito para os espumantes, sobretudo Champagne, seja pelo equilíbrio na acidez, seja pelo enfrentamento do sal moderado do queijo pela efervescência do vinho, mas aceitam parcerias vencedoras com Riesling e Gewürztraminer. A remissão a cogumelos, usual nos queijos desse grupo, abre espaço para os Pinot Noir frutados e com taninos macios.

Um traço marcante dos queijos semimoles é uma doçura discreta, o que cria o pano de fundo perfeito para os brancos aromáticos, principalmente os Gewürztraminer e os Riesling, mas também Vermentino, Arneis, Grüner Veltliner e mesmo Torrontés. Entre os tintos, os leves e frutados como Pinot Noir, Beaujolais, Barbera e Dolcetto são opção para quem não abre mão de algum tanino.

Os queijos duros têm sabores mais fortes e complexos e, agora sim, os tintos encorpados entram em cena. Nesses queijos, a acidez é atenuada pelo tempo, o que evita a disputa com os taninos dos tintos. Assim como presença do sal não é suficiente para o conflito. É preciso corpo para enfrentar a riqueza dos queijos duros. As opções se iniciam com os clássicos italianos, Chianti, Brunello, Barolo e Barbaresco e seguem pela França com os vinhos do Rhône e de Bordeaux. Entre os queijos duros mais tradicionais estão o Parmigiano Reggiano, o Grana Padano, o Pecorino e o Cheddar maturado.

O sal dos queijos azuis se aproxima do limite para os vinhos tintos. Alguns dos tintos encorpados citados no grupo anterior, sobretudo os Barolos e Barbarescos, podem enfrentar os queijos azuis, mas, certamente, não produzirão a mesma satisfação que os vinhos doces. O contraste do salgado com o doce, mais o traço de caramelo dos queijos, resulta em harmonizações clássicas. As particularidades de cada queijo azul conduzem a uma linha sutilmente diferente entre os doces. Assim, o Stilton é imbatível com um Porto Vintage, o Roquefort com um Sauternes e o gorgonzola com um Porto Tawny.

img_popup_gd_original1
fonte: Revista Adega

Os vinhos Kosher

25 de mai de 2015

by

In: CURIOSIDADES, NOTÍCIAS

,

Pour-Out-The-Kosher-Wine-Into-a-Glass-of-Course

As vinícolas têm bons motivos para olhar com atenção para o mercado de produtos Kosher, que movimenta anualmente 600 milhões de dólares em todo mundo, e são consumidos em países como Estados Unidos, Brasil, Reino Unido, Canadá, Alemanha, Áustria, Argentina, Israel, Itália, Noruega e Polônia. O certificado Kosher é um documento emitido para atestar se os produtos fabricados por uma determinada empresa obedecem às normas específicas que regem a dieta judaica ortodoxa. Ele é mundialmente reconhecido e considerado sinônimo de controle máximo de qualidade.

O processo de emissão para um certificado Kosher depende da colaboração e total transparência nas informações que serão permutadas entre a empresa que fabrica o produto e a entidade judaica que emitirá o documento. Um produto Kosher, portanto, é considerado puro, pois é fabricado de acordo com as leis judaicas.

Para que receba o certificado Kosher, um vinho deve ser elaborado sob a supervisão de um rabino. Todos os produtos utilizados na produção devem ser Kosher, não é permitido que uma pessoa não judia manipule o vinho, de tal modo que toda a adega é selada, para evitar a contaminação.

A verdade é que, independentemente de monitoramento do vinho nos processos, os vinhos Kosher não possuem em qualquer fase da fabricação um elemento comum entre eles, como todos os outros vinhos, diferem-se à área de produção, variedade, produção e envelhecimento.

Spiced Nuts

nuts01

Além de saudáveis, as oleaginosas são deliciosas!!! Quem não ama petiscar um pouco enquanto toma um drink como aperitivo?

Você vai precisar de:
– 500g de mix de nozes, castanhas, amêndoas, castanha do pará, castanha de cajú… O que preferir.
-3 colheres de sopa de alecrim fresco
-1 colher de chá de pimenta caiena
-1 colher de chá de noz-moscada
-2 colheres de sopa de açúcar mascavo
-1 colher de sopa de sal
-3 colheres de sopa de manteiga sem sal.

nuts1

Pré-aqueça o forno a 200ºC. Torre as nozes em uma assadeira no forno por aproximadamente 10 minutos. As nozes podem queimar facilmente, por isso certifique-se de mexer algumas vezes durante o processo de cozimento.

nuts2

Pique o alecrim e misture com os ingredientes secos em uma tigela pequena. Derreta a manteiga no microondas e misture aos ingredientes secos. Enquanto isso verifique as nozes e retire-as do forno quando estiverem douradas.

nuts3

nuts4

Junte o tempero às nozes e espere esfriar para servir.

nuts51

Essa receita, via Honestly WTF, é simples, rápida e viciante. Impossível comer uma só!

fonte: http://www.osachados.com.br / todas as imagens por: HonestlyWTF

Cappuccino Caseiro

19 de mai de 2015

by

In: RECEITAS

, ,

Cappuccino

Em um recipiente com tampa, adicione:

1 xícara (chá) de leite em pó instantâneo (qualquer marca)
3 colheres (sopa) de café solúvel (tipo  Nescafé)
1 colher (sopa) de chocolate em pó (Chocolate Nestlés Dois Frades)
6 colheres (sopa) de açúcar ou adoçante em pó
1 colher (café) de canela em pó
1 colher (chá) de bicarbonato de sódio

Tampe e chacoalhe bem o pote para misturar tudo. Se você quiser pode bater no liquidificador ou processar para ficar um pó mais fino. Mas no vídeo eu fiz direto no pote para mostrar que é possível.

Se quiser também não precisa adicionar açúcar junto com os demais ingredientes, pode adoçar na xícara inclusive com adoçante.

Para preparar coloque 2 colheres (sopa) na xícara e complete com água bem quente (ou leite).

fonte: http://www.panelaterapia.com

Risoto de bacalhau com mini tomates assados

15 de mai de 2015

by

In: RECEITAS

, , , ,

CozinhaTravessa_081

Rendimento

para 4 pessoas

Ingredientes para receita de risoto de bacalhau com tomates assados

  • 400 gramas de bacalhau desfiado
  • 4 xícaras de café bem cheias de arroz arbóreo
  • 1 cebola média
  • 1 taça de vinho branco
  • 2 colheres de manteiga sem sal + 1 para finalizar
  • 2 litros de caldo de legumes ou caldo de peixe
  • 100 gramas de queijo parmesão ralado
  • 1 caixinha de mini tomates (ou tomate uva)
  • 1 xícara de chá rasa de azeitonas picadas
  • sal e pimenta do reino moída à gosto
  • azeite de oliva

Preparo

Etapa 1
O primeiro passo é ficar com o caldo pronto. Lave bem os tomatinhos e numa assadeira coloque-os junto com as azeitonas, tempere a gosto com uma pitada de sal, azeite e pimenta do reino moída na hora e leve ao forno preaquecido 150º por uns 30 minutos. Numa panela maior coloque a manteiga e a cebola picadinha e adicione o bacalhau desfiado já dessalgado e deixe cozinhar um pouquinho. Adicione agora o arroz arbóreo e misture bem. Adicione a taça de vinho e deixe o álcool evaporar. Assim que o álcool  for absorvido pelo arroz começar a secar, comece a acrescentar as primeiras conchas do caldo.

Etapa 2
Adicione aos poucos colheradas do caldo e vá mexendo. Adicione, mexa sem parar, deixe o caldo secar e adicione mais, este processo é constante até o grão do arroz começar a ficar cozido e ao dente. Você agora não deve parar de mexer, não se esqueça de esfregar o fundo da panela com a colher deixando o fundo bem limpo para que o arroz não grude. Deixe o risoto secar um pouco mais e continue mexendo e experimentando, observando sempre a textura do arroz e continue acrescentando mais caldo.

Etapa 3
Depois de várias conchas de caldo, o arroz já deve estar quase no ponto, agora, adicione então os tomates e azeitonas assadas. Tá quase pronto agora e provavelmente você não vai precisar colocar sal para acertar, por causa do bacalhau e da azeitona. Desligue o fogo e pronto. Coloque a última colher de manteiga, que deve estar gelada, no centro da panela e mexa pelas laterais até a manteiga derreter, isso servirá para dar brilho no seu risoto. Agora é só servir, salpique parmesão ralado na hora e um fio de azeite. Bom apetite!

Receita e foto da Dani Oliveira do blog Cozinha Travessa

Caldo de inhame com milho fresco e creme de beterraba

14 de mai de 2015

by

In: RECEITAS

, ,

CozinhaTravessa_19

Já está aberta a temporada de sopas e caldos!

Rendimento : 2 pessoas

Ingredientes:

  • 8 inhames (como comprei os orgânicos, eles são pequenos)
  • 4 espigas de milho verde
  • 3 beterrabas (também orgânicas)
  • 1 cebola média
  • 1 colher de manteiga
  • creme de leite para o creme de beterraba (+ou- 3 colheres de sopa)
  • sal e pimenta do reino a gosto

Preparo:

Cozinhe o inhame descascado e em cubos. Depois de macios, escorra e bata no mixer ou liquidificador com um pouquinho da água do cozimento. Reserve. Tire o milho da espiga e refogue com manteiga e cebola, até ficar cozido, depois junto com o creme de inhame e misture bem. Se achar que está grosso demais, você pode colocar um pouco de água. Acerte o sal, tampe e deixe cozinhar mais um pouco. Para o creme de beterraba, cozinhe as beterrabas sem casca e bata no mixer com um pouco da água do cozimento e o creme de leite. Acerte o sal e pronto.

Fonte / Fotos: Cozinha Travessa

Sanduíche de salmão gravlax caseiro

11 de mai de 2015

by

In: DICAS & IDÉIAS, RECEITAS

, ,

os-achados-gastronomia-sanduiche-de-salmao-gravlax-900x546

Rendimento: 1 peça de salmão de 500g (cerca de 6 porções para sanduíche)
Tempo de preparo: 10 minutos
Tempo de descanso em geladeira: de 36h a 48h

O tempo de cura na geladeira vai depender do tamanho e da espessura do filé. Quanto maior, mais tempo. No caso de uma porção de filé de 500g ou de um filé inteiro pequeno, 36h são suficientes. Só precisa curar por 48h caso seja um filé muito grande e espesso. Lembre-se que quanto mais tempo na cura, mais salgado e firme o salmão ficará.

Para o salmão:
1 filé de salmão sem pele de 500g
35g de flor de sal ou sal grosso = 1 3/4 colher de sopa
25g ou 2 colheres de sopa de açúcar demerara ou refinado
pimenta rosa ou preta amassada a gosto
1 maço de endro cortadinho (também conhecido por dill, guarde um pouco para quando o salmão estiver pronto)

Depois de pronto:
2 limões (limão rosa ou cravo fica perfeito)
um pouco de endro picado

Para o sanduíche:
1 cebola roxa
1 pepino
1 pote de cream cheese
mostarda Dijon (opcional)
pão de sua preferência

O ideal é pesar o sal e o açúcar em uma balança ou seguir à risca a quantidade em colheres, pois um pouco a mais pode deixar o salmão muito salgado.

Caso a sua peça de salmão tenha outro peso, calcule a quantidade necessária com base em 70g de sal e 50g de açúcar por 1kg de peixe.

Certifique-se que o salmão esteja limpo, sem espinhos e fresco.

Caso vá usar um filé inteiro e não tenha uma travessa que o acomode bem, corte-o ao meio e faça dois andares.

Misture todos os temperos. Despeje a metade do tempero em uma travessa e coloque o filé por cima (com a parte que continha a pele para baixo). Cubra-o com a outra metade do tempero. Coloque uma outra travessa por cima com um peso de 1kg. Lacre tudo com um filme plástico e leve à geladeira por 36h a 48h, dependendo do tamanho do peixe.

Quando tirar o salmão da geladeira, não se assuste com a água que terá formado. Lave o salmão em água fria até retirar todo o sal. Enxugue bem com papel toalha. Fatie fininho, jogue por cima suco de 1 limão e um pouco de endro picado.

Monte os sanduíches como preferir.

Fonte: http://www.osachados.com.br

Salada gourmet de Inverno

salada

Essa salada de inverno criada pela Letícia Massula é especial porque agrega ingredientes que “esquentam” o preparo, como queijo de cabra, maçãs e cebolas caramelizadas, nozes e emulsão de balsâmico, além de deliciosa, é muito fácil de preparar. =)

Anote (e faça!!!!):

Ingredientes – 1 porção
3 rodelas de cerca de um dedo de largura de queijo buche (de cabra, produzido pela Capril do Bosque de Joanópolis)
½ maçã gala, cortada em gomos
½ cebola roxa, cortada em gomos
2 colheres (sopa) de nozes
1 porção de verdes variados
flor de sal e pimenta do reino moída na hora – à gosto
Emulsão: Mexa vigorosamente 1 colher (sobremesa ) de vinagre balsâmico com 3 colheres (sobremesa) de azeite extra virgem, até obter uma mistura homogênea e brilhante.

Modo de fazer
Em uma frigideira antiaderente, disponha os gomos de maçã e de cebola roxa e deixe que caramelizem (até mudarem de cor, como na foto).
Doure levemente as rodelas de queijo (30 segundos de cada lado).

Montagem
Em um prato, monte a salada: queijo e frutas caramelizadas no fundo, folhas verdes e nozes.
Salpique com flor de sal e pimenta moída na hora.
Regue com a emulsão.

Olha o passo a passo:

59d6e1cd974fdfc788dec3d232aff700

Receita publicada no site www.osachados.com.br

Palha Italiana

30 de abr de 2015

by

In: DICAS & IDÉIAS

palha_italiana

Tempo de preparo: 20 minutos (Mais 1h para cortar)

Rendimento: 10 porções

INGREDIENTES

1 pacote de biscoito maisena picado grosseiramente

70 g de manteiga sem sal

1 lata de leite condensado (light ou normal)

100 g de Cappuccino 3 Corações Tradicional (dividido em duas partes iguais)

100 g de cacau em pó

50 g de açúcar de confeiteiro

MODO DE PREPARO

Misture o açúcar de confeiteiro com a metade do cappuccino. Salpique em uma forma de vidro para untar. Reserve o que sobrar da mistura.

Em uma panela, coloque a manteiga, o leite condensado, a outra metade do cappuccino e o cacau em pó. Misture bem e ligue o fogo.

Cozinhe em ponto de brigadeiro, quando desprende da panela.

Apague o fogo e acrescente o biscoito picado. Misture bem.

Quando a massa estiver morna, coloque na forma de vidro previamente salpicada com a mistura de cappuccino e açúcar. Com auxílio de uma colher, faça pressão até ficar bem agregado.

Salpique o restante da mistura de açúcar e cappuccino. Cubra com filme plástico e deixe por uma hora descansando. Se já estiver em ponto, corte em quadradinhos ou losangos. Se ainda estiver mole, leve para geladeira por 2 horas.

 

Fonte: www.mexidodeideias.com.br

Receita Funcional: Docinho Beijinho

29 de abr de 2015

by

In: DICAS & IDÉIAS

CozinhaTravessa_38

Rendimento

de 15 a 20 docinhos

Ingredientes para receita de beijinho funcional

  • 3 xícaras de chá de coco ralado sem açúcar
  • 3 colheres de sopa de mel
  • 1 colher de sopa de essência de baunilha
  • 1 1/2 colher de sopa de óleo de coco
  • ameixas sem caroço para colocar no meio (pode ser castanha também)

Preparo

Coloque o coco ralado no liquidificador ou processador. Processe bem o coco, se usar o liquidificador, balance ele durante o procedimento ou pare e use uma espátula. Quando tiver bem triturado misture o restante dos ingredientes, menos a castanha ou a ameixa, e processe por mais uns 3 minutos. A pasta que se formará é branquinha. Pegue os pedaços e forme as bolinhas com mãos. Eu coloquei uma ameixa em calda sem caroço dentro. Passe no coco rapado para finalizar se quiser.

Original: http://cozinhatravessa.com.br/post/receita-funcional-docinho-beijinho